Dióxido de titânio
Ilmenita e rutilo viram o pigmento branco mais usado do mundo, pela rota sulfato ou pela rota cloreto.
- Ilmenita / rutilo → Rota cloreto
- Coque → Rota cloreto
- Cloro → Rota cloreto
- Rota cloreto → Dióxido de titânio
- Dióxido de titânio → Tintas imobiliárias
- Resina acrílica → Tintas imobiliárias
- Dióxido de titânio → Masterbatch branco
Visão geral
O dióxido de titânio (TiO₂) é o principal pigmento branco do mundo, obtido de minérios de titânio como a ilmenita (FeTiO₃) e o rutilo (TiO₂). A produção segue duas rotas concorrentes: sulfato (mais antiga, aceita minério de teor menor) e cloreto (moderna, gera menos resíduo por tonelada, mas exige minério de teor maior). A China lidera a produção de concentrado de titânio, com cerca de um terço da oferta mundial. Europa e América do Norte usam principalmente a rota cloreto, enquanto a China ainda depende mais da rota sulfato.
Como se produz
Rota cloreto: minério + coque + cloro em reator de leito fluidizado (~1.000 °C) → TiO₂ + C + 2 Cl₂ → TiCl₄ + CO₂; o TiCl₄ é purificado e oxidado (TiCl₄ + O₂ → TiO₂ + 2 Cl₂, ~985–1.000 °C). O cloro se anula no balanço e atua como carreador cíclico. A tecnologia foi desenvolvida pela DuPont (hoje Chemours).
Rota sulfato: a ilmenita é digerida com H₂SO₄ concentrado → sulfatos; remoção do ferro (FeSO₄·7H₂O), hidrólise, precipitação do TiO₂ hidratado, calcinação. Referência: ~3,1 t de ilmenita (42% de TiO₂) + ~4,0–4,5 t de H₂SO₄ por tonelada de TiO₂. Essa rota gera mais resíduo ácido, o que levou ao fechamento de linhas sulfato na Europa.
Quanto custa importar cada produto desta cadeia
- Preço de importação por NCM, mês a mês desde 2000
- De onde vem, por qual porto e por qual estado
- Alertas quando o preço sai da faixa
- Radar IA respondendo com fonte